
Decidir quando substituir um dispositivo corporativo não deveria depender apenas da idade do equipamento. Em ambientes de TI cada vez mais complexos, uma decisão de refresh precisa considerar desempenho, experiência do usuário, saúde do dispositivo, aplicações utilizadas e até a situação de garantia.
Por que o modelo tradicional de refresh pode não ser suficiente?
Muitas organizações adotam políticas fixas, como substituir notebooks e desktops após três ou quatro anos. O problema é que dois equipamentos com a mesma idade podem apresentar condições completamente diferentes.
Um dispositivo mais antigo pode continuar entregando uma boa experiência, enquanto outro, aparentemente dentro do ciclo, pode apresentar baixo desempenho, problemas de hardware ou impacto significativo na produtividade do usuário.
Quando a decisão considera somente a idade, a TI corre o risco de substituir equipamentos que ainda poderiam permanecer em operação ou, no sentido contrário, manter dispositivos que já estão prejudicando a experiência dos colaboradores.
Dados para transformar refresh em uma decisão de negócio
O conceito por trás do Smart Device Refresh é combinar diferentes sinais do ambiente para apoiar uma decisão mais inteligente. Em vez de olhar apenas para inventário ou idade, a análise pode considerar desempenho, saúde e comportamento do hardware, experiência do usuário, comportamento das aplicações, especificações do equipamento, status de garantia e políticas de renovação.
Com essas informações correlacionadas, a equipe de TI consegue avaliar diferentes estratégias de refresh e entender melhor quais equipamentos devem ser substituídos, atualizados ou mantidos.
AIOps aplicado a um problema real de TI
Esse é um bom exemplo de como AIOps pode ir além de dashboards e alertas. O objetivo não é simplesmente coletar mais dados, mas transformar dados operacionais em contexto, recomendação e ação.
Na plataforma Riverbed, a estratégia de AIOps combina observabilidade, inteligência contextual e recursos de IA para ajudar as equipes de TI a identificar problemas, compreender suas causas e tomar decisões mais rapidamente. O Riverbed IQ aplica recursos de IA preditiva, generativa e agentic para apoiar operações mais proativas.
No caso do Smart Device Refresh, o resultado é uma abordagem mais orientada por evidências para uma decisão que envolve simultaneamente TI, experiência do colaborador e orçamento.
Do insight para o plano de ação
O Smart Device Refresh utiliza uma biblioteca de cenários para avaliar diferentes políticas de renovação e visualizar seus impactos antes de executar uma mudança em larga escala. O Action Planner complementa esse processo ao transformar os insights obtidos em um plano estruturado de execução.
Por que isso importa?
Uma estratégia de refresh baseada em dados pode ajudar a organização a evitar decisões uniformes para uma realidade que não é uniforme.
“Este dispositivo ainda entrega a experiência e o desempenho que o negócio precisa?”
Essa mudança de perspectiva é um exemplo de AIOps aplicado à operação de TI: usar dados já disponíveis no ambiente para melhorar decisões que têm impacto direto em custos, produtividade e experiência digital.
Veja o AIOps em ação
No vídeo acima, mostramos uma visão prática do conceito e de como o Smart Device Refresh pode apoiar decisões mais inteligentes sobre a renovação de dispositivos.
Se sua organização ainda utiliza principalmente idade, inventário ou ciclos fixos para definir refresh de equipamentos, pode ser o momento de avaliar uma abordagem baseada em dados reais de desempenho e experiência do usuário.
A DeepMonitor pode ajudar sua empresa a avaliar o cenário e entender como as soluções Riverbed podem ser aplicadas ao seu ambiente.
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