Integração de sistemas · DeepMonitor
Conectamos ferramentas, APIs, dados e canais para transformar informações dispersas em processos que acontecem automaticamente.
Criamos a ponte entre sistemas diferentes, mesmo quando não existe um conector nativo.
Um evento pode consultar dados, abrir um ticket, enviar uma mensagem e atualizar outro sistema sem intervenção.
Unimos várias APIs e regras em um fluxo único, com logs, tratamento de erros e rastreabilidade.
O dado nasce em um sistema. A integração dá contexto e leva a informação até a ação.
Nem sempre o problema de uma operação de TI é falta de ferramenta. Muitas vezes, as informações já existem — estão apenas espalhadas entre sistemas que não conversam entre si.
É nesse ponto que entram as integrações de sistemas. A DeepMonitor desenvolve integrações, APIs, middlewares e automações para conectar aplicações, dados, canais de atendimento e processos, respeitando a arquitetura e as necessidades de cada ambiente.
Não trabalhamos com uma lista fechada de conectores. O ponto de partida é entender o que precisa acontecer entre os sistemas: transportar dados, abrir tickets, enviar notificações, sincronizar cadastros, disparar workflows, consolidar informações ou executar uma ação automaticamente.
Praticamente qualquer solução que disponibilize uma interface de integração pode fazer parte de um fluxo. Isso inclui plataformas SaaS, sistemas on-premise, aplicações legadas, ferramentas de monitoramento, ITSM, ITAM, CRM, bancos de dados, canais de comunicação e serviços cloud.
InvGate, SolarWinds Service Desk e outras plataformas de gestão de serviços podem receber eventos, abrir tickets, atualizar chamados, consultar ativos e disparar processos.
Zabbix, Riverbed, Dynatrace, ferramentas de infraestrutura, aplicações e rede podem alimentar processos de atendimento, dashboards, automações e workflows.
Pipedrive, CRMs, portais e aplicações comerciais podem trocar leads, clientes, oportunidades, status e informações operacionais com outras plataformas.
WhatsApp, Microsoft Teams, Telegram, e-mail, chatbots e portais podem ser conectados a processos internos para transformar mensagens em ações.
SQL Server, MySQL, APIs de dados, arquivos e outras fontes podem alimentar aplicações, relatórios, inventários, integrações e rotinas automatizadas.
Microsoft Entra ID, diretórios, aplicações corporativas e serviços de infraestrutura podem participar de processos de provisionamento, consulta, validação e automação.
Uma integração não precisa seguir um único padrão. Avaliamos a interface disponível em cada sistema e definimos a forma mais adequada de comunicação.
É uma das formas mais comuns de integração em aplicações modernas. Podemos consumir APIs REST, enviar e receber JSON, autenticar requisições, tratar respostas, aplicar regras de negócio e transportar dados entre plataformas.
Ambientes corporativos e aplicações legadas ainda utilizam SOAP e Web Services como interface oficial. Integrações podem consumir serviços existentes, interpretar XML, tratar autenticação e transformar os dados para formatos utilizados por sistemas modernos.
Quando uma aplicação consegue avisar que algo aconteceu, podemos transformar esse evento em uma nova ação. Um webhook pode disparar uma rotina de integração, atualizar outro sistema, abrir um ticket, enviar uma mensagem ou iniciar um workflow.
Nem toda integração precisa ser síncrona. Também podemos trabalhar com XML, CSV, arquivos estruturados, exportações periódicas, diretórios e processos de importação e transformação de dados, quando essa arquitetura fizer sentido.
Quando permitido pela arquitetura e pelas políticas de segurança, integrações podem consultar ou transportar dados entre bancos e aplicações, inclusive utilizando SQL Server, MySQL e outras fontes corporativas.
Quando os sistemas não falam a mesma linguagem, o middleware atua como uma camada intermediária. Ele pode receber uma informação em JSON, aplicar regras, consultar outra plataforma, transformar o conteúdo e entregar o resultado em XML, SOAP, API ou outro formato.
O melhor exemplo de integração é aquele que elimina uma tarefa manual ou faz uma informação chegar ao lugar certo no momento certo.
Um alerta do Zabbix, Dynatrace ou outra plataforma pode abrir automaticamente um ticket no ITSM, preencher categoria, prioridade, ativo, serviço, descrição e evidências disponíveis.
Uma mudança ou solicitação pode disparar uma ação no ambiente de monitoramento, registrar contexto ou atualizar informações relacionadas ao serviço.
Uma mensagem recebida no WhatsApp pode iniciar um fluxo, identificar o solicitante, criar um ticket, encaminhar para uma fila e devolver o número do chamado ao usuário.
Atualizações de status, aprovação, conclusão ou solicitação de informação podem gerar mensagens automáticas para o usuário.
Dados de ativos, usuários, localização, garantia ou configuração podem ser associados automaticamente a chamados e processos de atendimento.
Uma oportunidade, cliente ou contrato pode gerar uma solicitação interna, onboarding, atividade técnica ou processo de suporte.
Uma informação criada em uma plataforma pode ser transportada, transformada e registrada automaticamente em outra, sem necessidade de intervenção humana.
Dados corporativos podem ser consultados, tratados e disponibilizados para outra aplicação ou processo, respeitando as regras de acesso definidas pelo cliente.
Um dos usos que mais cresce é transformar canais de comunicação em pontos de entrada e saída dos processos internos.
Em vez de simplesmente encaminhar uma mensagem para uma equipe, podemos estruturar um fluxo no qual o canal identifica o contexto, consulta sistemas, executa uma ação e devolve uma resposta.
O mesmo conceito pode ser aplicado a Microsoft Teams, Telegram, portais, chatbots e outros canais.
Uma integração isolada troca dados. Um workflow automatizado combina várias integrações e regras para executar um processo completo.
Por exemplo: um equipamento apresenta uma condição crítica → o monitoramento envia o evento → a integração identifica o ativo → consulta informações no ITAM → abre o ticket no ITSM → define prioridade → notifica a equipe pelo Teams ou WhatsApp → acompanha o status → fecha ou atualiza o processo conforme a resolução.
Não é necessário substituir suas ferramentas para melhorar o fluxo de informações. Em muitos projetos, a melhor solução é aproveitar os investimentos existentes e criar uma camada de integração entre eles.
Isso é especialmente importante em ambientes com ferramentas de fabricantes diferentes, aplicações desenvolvidas internamente, sistemas legados ou requisitos específicos que não são atendidos por integrações nativas.
A própria estratégia de implementação da DeepMonitor considera integrações e automações como parte da arquitetura quando necessário.
Uma integração corporativa precisa considerar segurança, autenticação, tratamento de erros, idempotência, logs, auditoria, disponibilidade, limites de API, retries, timeout e governança dos dados.
Também avaliamos o que acontece quando um sistema fica indisponível. O fluxo deve perder a informação? Reprocessar depois? Colocar a mensagem em uma fila? Gerar alerta? Esses detalhes fazem diferença entre uma integração que funciona em uma demonstração e uma integração que pode ser utilizada em produção.
Talvez a sua necessidade não esteja nos exemplos acima. Isso é esperado.
Podemos estudar cenários específicos, como integrar uma aplicação interna a um SaaS, transportar dados entre plataformas de fabricantes diferentes, criar um conector que não existe nativamente, automatizar um processo manual, transformar alertas em tickets, levar informações de um ITSM para um CRM ou criar um workflow completo envolvendo múltiplos sistemas.
Não começamos perguntando qual conector você precisa. Começamos perguntando o que você precisa automatizar.